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	<title>Pulmonale</title>
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	<description>Associa&#231;&#227;o Portuguesa de Luta contra o Cancro do Pulm&#227;o</description>
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		<title>Uma pequena história sobre o surgimento do Cancro do Pulmão</title>
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				<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 15:52:47 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Sabia que, há cerca de 150 anos, o cancro do pulmão era uma doença extremamente rara? Atualmente considerado um dos cancros mais mortais da população mundial, nem sempre foi assim. Hoje vamos apresentar-lhe alguns fatos históricos sobre esta doença… &#8211; 1810: a primeira referência ao cancro do pulmão é feita pelo médico Gaspard Laurent Bayle, [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Sabia que, há cerca de 150 anos, o cancro do pulmão era uma doença extremamente rara? Atualmente considerado um dos cancros mais mortais da população mundial, nem sempre foi assim. Hoje vamos apresentar-lhe alguns fatos históricos sobre esta doença…</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>&#8211; 1810:</strong></span> a primeira referência ao cancro do pulmão é feita pelo médico Gaspard Laurent Bayle, referente ao caso de um doente de 72 anos. Nessa altura, dada a insuficiência dos meios de investigação clínica, o diagnóstico de cancro do pulmão era feito com base em autópsias.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>&#8211; 1850:</strong></span> é reconhecida a dificuldade no diagnóstico, sendo que se acreditava que a maior parte dos casos deviam passar desapercebidos.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>&#8211; 1866:</strong></span> prestou-se maior atenção às descrições do diagnóstico físico do cancro do pulmão, pois os doentes apresentavam-se com sintomas bem percetíveis. Uma das queixas mais constantes era a tosse, uma característica muito própria da doença.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>&#8211; 1875:</strong></span> Nesta altura o cancro do pulmão era bem mais frequente no sexo masculino e havia maior incidência entre os 40 e os 60 anos.  (&#8230;)</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>&#8211; 1898:</strong></span> apesar de se alcançarem alguns progressos na sua identificação e de, pontualmente, admitir-se que a respetiva incidência estava a aumentar, só estavam referenciados 140 casos na literatura médica mundial.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>&#8211; 1921:</strong></span> Por esta altura foi estabelecida uma eventual relação entre o cancro do pulmão e a radioatividade das minas.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>&#8211; 1927 &#8211; 1929</strong>:</span> em 1927, no Reino Unido, associaram o cancro do pulmão ao fumo do tabaco, e dois anos depois, em 1929, um médico alemão fez a primeira análise quantitativa da relação causa-efeito entre o fumo do tabaco e o cancro do pulmão.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>&#8211; 1933: </strong></span>Neste ano fez-se a primeira pneumectomia bem-sucedida para tratamento de um carcinoma broncogénico.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>&#8211; 1974:</strong></span> Devido à necessidade que um conjunto de clínicos sentiu em terem um fórum onde se debatessem as questões relacionadas com o cancro do pulmão, foi institucionalizada a <em>International Association for the Study of Lung Cancer</em> (IASLC), cuja primeira reunião formal ocorreu em Outubro de 1974, em Florença, Itália.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>&#8211; 1986:</strong></span> na tese da <em>International Agency for Research on Cancer</em> (IARC) intitulada <em>Tobacco Smoking</em>, calculou-se a percentagem de mortes por cancro do pulmão atribuídas ao tabaco, em cinco países desenvolvidos (Canadá, Inglaterra e País de Gales, Japão, Suécia e EUA), com números que iam dos 83% aos 92% nos homens e dos 57% aos 80% nas mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde então tem havido um crescimento progressivo no conhecimento da biologia do cancro do pulmão bem como no diagnóstico, estadiamento e tratamento destes doentes.</p>
<p>Também a nível nacional as últimas décadas têm sido pautadas por um esforço das várias sociedades científicas e associações, no sentido de melhorar os cuidados ao doente com cancro do pulmão.</p>
<p>Já em 2020 foi lançada uma aliança para combater o cancro do pulmão em Portugal, da qual a Pulmonale faz parte, além da Liga Portuguesa Contra o Cancro, o Grupo de Estudos para o Cancro do Pulmão, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia, a Sociedade Portuguesa de Oncologia e a AstraZeneca.</p>
<p>Nos últimos dias, e como <a href="https://pulmonale.pt/pulmonale-e-o-novo-membro-do-mova-movimento-doentes-pelas-vacinacao/">pode ver aqui</a>, a Pulmonale juntou-se ao MOVA, movimento nascido com o intuito de informar, sensibilizar e promover os direitos dos nossos doentes no que toca à vacinação.</p>
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		<title>Pulmonale é o novo membro do MOVA &#8211; Movimento Doentes pelas Vacinação</title>
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				<pubDate>Fri, 07 Feb 2020 18:25:06 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>A Pulmonale é o novo membro do MOVA &#8211; Movimento Doentes pelas Vacinação. Lançado no dia 26 de abril de 2017, no âmbito da Semana Europeia da Vacinação, o MOVA nasceu com o propósito de divulgar recomendações, estatutos e direitos, e sensibilizar a população, profissionais de saúde e governantes para a importância da vacinação. O [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>A Pulmonale é o novo membro do MOVA &#8211; Movimento Doentes pelas Vacinação.</p>
<p>Lançado no dia 26 de abril de 2017, no âmbito da Semana Europeia da Vacinação, o MOVA nasceu com o propósito de divulgar recomendações, estatutos e direitos, e sensibilizar a população, profissionais de saúde e governantes para a importância da vacinação.</p>
<p>O MOVA é um movimento cívico que agrega já a Respira, aFundação Portuguesa do Pulmão, o GRESP &#8211; Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias da APMGF, a Liga Portuguesa Contra a Sida, a Associação Portuguesa de Asmáticos, a Associação Portuguesa de Insuficientes Renais, a FPAD – Federação Portuguesa das Associações de Pessoas com Diabetes,a Liga Portuguesa Contra o Cancro, a Associação de Apoio aos Doentes com Insuficiência Cardíaca e a Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Reabilitação, num total de 11 entidades dispostas a trabalhar em conjunto para informar, sensibilizar e promover os direitos dos nossos doentes no que toca à vacinação.</p>
<p>Para saber mais pode aceder ao site do movimento em: <a href="https://www.mova.pt">https://www.mova.pt</a></p>
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		<title>Descobri que tenho Cancro do Pulmão. E agora?</title>
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				<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 18:36:22 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Quando se é diagnosticado com cancro de pulmão, passa-se por vários tipos de emoções ao receber a notícia – raiva, medo, confusão, solidão, tristeza e muitas mais…. Além disso, existem vários pensamentos associados: “o que vai acontecer à minha família?”, “consigo pagar o tratamento?”, “vou sobreviver?”. Além de todo o tumulto interior que está a [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se é diagnosticado com cancro de pulmão, passa-se por vários tipos de emoções ao receber a notícia – raiva, medo, confusão, solidão, tristeza e muitas mais…. Além disso, existem vários pensamentos associados: “o que vai acontecer à minha família?”, “consigo pagar o tratamento?”, “vou sobreviver?”.</p>
<p>Além de todo o tumulto interior que está a sentir no momento, existem muitas decisões importantes a tomar relativas ao seu tratamento médico.</p>
<p>Neste sentido, quais são as linhas de pensamento em que se deve focar numa primeira fase?</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>Tire um momento para respirar.</strong></span> É compreensível que se sinta sobrecarregado com emoções acerca do diagnóstico e do que este representa, além das decisões que terá de tomar que irão impactar o seu presente e futuro, assim como preparar-se para o tratamento e a luta inerente. Quando sentir que é demasiado, pare por um ou dois minutos e respire.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>Expresse as suas emoções.</strong></span> Ninguém espera que seja sempre o mais forte. Apoie-se nas pessoas na sua vida com quem se sinta bem a partilhar os seus sentimentos e espaireça. Não há problema em se sentir zangado ou em ter medo, mas não guarde para si.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>Avalie o seu sistema de suporte.</strong></span> É necessário que pense no papel dos seus familiares e amigos no tratamento que irá enfrentar – quem será a sua pedra, quem o irá acompanhar nas consultas e tratamentos, quem o irá apoiar no dia-a-dia.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>Escolha bem a sua equipa médica.</strong></span> Selecionar o médico e centro de tratamento adequados são um passo inicial bastante importante, onde terá de ter atenção não só aos serviços, como a localização e os gastos associados. Não tenha medo de pedir uma segunda opinião, além de manter uma cópia dos seus relatórios médicos consigo.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>Procure grupos de apoio aos doentes.</strong></span> Terá sempre o apoio dos seus familiares e amigos, contudo, conversar com quem já passou ou está a passar pela mesma situação, pode ser uma fonte não só de apoio, como de informação.</p>
<p><span style="color: #00ccff;"><strong>Ame-se!</strong></span> Um dos conselhos dados por muitos doentes diagnosticados com cancro de pulmão passa por não perder a esperança e tirar tempo para si próprio. Faça de si uma prioridade e lute por si e pelos seus. Você merece viver!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já sabe, com a Pulmonale a esperança não para de crescer. Nesse sentido, <a href="https://pulmonale.pt/">no nosso website</a> temos <a href="https://pulmonale.pt/noticias/">imensos artigos, dicas e conselhos</a> para os doentes com cancro do pulmão e os seus familiares. Além disso, fica sempre a par dos <a href="https://pulmonale.pt/novo/portfolio-campanhas/">últimos eventos</a> aos quais nos associamos que podem ser do seu interesse e pode você próprio <a href="https://pulmonale.pt/ser-associado/">se tornar sócio</a> da nossa Associação.</p>
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		<item>
		<title>O Cancro do Pulmão: as diferenças entre o carcinoma de pequenas células e o carcinoma de células não pequenas</title>
		<link>https://pulmonale.pt/o-cancro-do-pulmao-as-diferencas-entre-o-carcinoma-de-pequenas-celulas-e-o-carcinoma-de-celulas-nao-pequenas/</link>
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				<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 18:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pulmonale]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Há vários tipos de cancro do pulmão, que se dividem por dois grupos fundamentais, sustentados no aspeto das células ao microscópio. Estes grupos comportam-se de forma distinta no que se refere ao seu desenvolvimento e, por conseguinte, na sua metastização: Cancro de pulmão de pequenas células; Cancro do pulmão de células não pequenas;   Cancro [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Há vários tipos de cancro do pulmão, que se dividem por dois grupos fundamentais, sustentados no aspeto das células ao microscópio. Estes grupos comportam-se de forma distinta no que se refere ao seu desenvolvimento e, por conseguinte, na sua metastização:</p>
<ul>
<li><strong>Cancro de pulmão de pequenas células;</strong></li>
<li><strong>Cancro do pulmão de células não pequenas;</strong></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<h3><span style="color: #00ccff;"><strong>Cancro Do Pulmão De Células Não Pequenas</strong></span></h3>
<p>O cancro do pulmão de células não pequenas é o cancro mais comum, perfazendo 75% dos casos de cancro do pulmão. Este tipo de cancro do pulmão geralmente tem um comportamento menos agressivo que o carcinoma do pulmão de pequenas células, e o seu tratamento é de igual modo distinto.</p>
<p>O carcinoma do pulmão de células não pequenas pode ter origem em diferentes tipos de células, pelo que pode ser classificado nos seguintes subtipos:</p>
<ul>
<li><strong>Adenocarcinoma,</strong> com origem nas células que produzem substâncias como muco e encontra-se, geralmente, na zona mais periférica do pulmão. Este tipo de tumor ocorre sobretudo em fumadores ativos e ex-fumadores, mas é também o sub-tipo mais frequente em indivíduos que nunca fumaram.</li>
<li><strong>Carcinoma escamoso</strong>, com origem nas células que revestem as vias respiratórias. Tende a surgir numa localização mais central, perto dos brônquios. Está habitualmente associado ao tabagismo.</li>
<li><strong>Carcinoma de grandes células</strong>, são raros. Têm tendência para crescer e disseminar-se rapidamente.</li>
</ul>
<p>Em alguns casos, podem coexistir sub-tipos diferentes de cancro do pulmão na mesma biópsia. Noutros casos, o tumor pode ser menos diferenciado e não ser possível classificá-lo num dos sub-tipos acima descritos – neste caso é designado de carcinoma de não pequenas células <strong>indiferenciado</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #00ccff;"><strong>Cancro Do Pulmão De Pequenas Células</strong></span></h3>
<p>O cancro do pulmão de pequenas células corresponde a 15% do total de casos de cancro do pulmão. Este tipo de cancro é mais agressivo, com crescimento mais rápido e metastização numa fase mais precoce.</p>
<p>É conhecido por ser mais responsivo à quimioterapia e radioterapia do que o cancro de células não pequenas, mas com maior risco de crescimento e metastização a curto prazo.</p>
<p>Para saber mais sobre os diferentes estádios no Cancro de Pulmão de Células Não Pequenas e no Cancro do Pulmão de Pequenas Células recomendamos <a href="https://pulmonale.pt/os-diferentes-estadios-do-cancro-do-pulmao/">este nosso artigo</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como é diagnosticado o cancro do pulmão?</title>
		<link>https://pulmonale.pt/como-e-diagnosticado-o-cancro-do-pulmao/</link>
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				<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 17:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pulmonale]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>O cancro do pulmão pode crescer de forma silenciosa, o que torna mais difícil o seu diagnóstico em fases iniciais da doença. Para além disso, muitas vezes manifesta-se com queixas respiratórias – tosse, expetoração, cansaço ou falta de ar – que podem ser atribuídas a outras doenças pulmonares que podem coexistir, como a Doença Pulmonar [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>O cancro do pulmão pode crescer de forma silenciosa, o que torna mais difícil o seu diagnóstico em fases iniciais da doença. Para além disso, muitas vezes manifesta-se com queixas respiratórias – <strong>tosse, expetoração, cansaço</strong> <strong>ou falta de ar</strong> – que podem ser atribuídas a outras doenças pulmonares que podem coexistir, como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). Assim, é importante estar alerta para a existência de queixas se persistentes ou se houver alteração das características habituais em pessoas que habitualmente têm estes sintomas.</p>
<p>Quando há sinais de um tumor do pulmão, é necessário proceder a exames com o objetivo de confirmar a existência de um tumor do pulmão, qual o seu tipo e qual a sua extensão/disseminação no organismo – <a href="https://pulmonale.pt/os-diferentes-estadios-do-cancro-do-pulmao/"><strong>estadiamento</strong></a><strong>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #00ccff;"><strong>Neste artigo, vamos explicar como é que se diagnostica esta doença</strong></span></h3>
<p>Habitualmente, perante um conjunto de sintomas e sinais, o médico conversa com o doente sobre a sua história pessoal e familiar, os seus hábitos tabágicos e profissionais, assim como a evolução no tempo dos sintomas que apresenta.</p>
<p>Após a colheita da história clínica e exame do doente, caso haja suspeita de cancro do pulmão, podem ser realizados exames adicionais, incluindo:</p>
<ul>
<li>Radiografia ao tórax;</li>
<li>TC (tomografia computorizada) torácica;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>A TC permite avaliar com maior detalhe os pulmões, gânglios e outros órgãos vizinhos e permite identificar alterações que pela localização, tamanho e forma possam ser suspeitos de cancro do pulmão. Quando se confirma a existência de uma lesão suspeita, é necessário proceder à sua confirmação através de uma <strong>biópsia</strong> – colheita de material da lesão suspeita que é posteriormente avaliada no microscópio e que permite confirmar tratar-se de um tumor e o tipo de tumor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As técnicas para efetuar uma biópsia </strong>são variáveis de acordo com a localização da doença. As mais frequentemente utilizadas são:</p>
<p>&#8211; <strong>Broncoscopia</strong>: com a utilização de um broncoscópio, para se ver o interior das vias respiratórias e pulmões e assim colher uma amostra de tumor caso ele seja visível através desta técnica.</p>
<p><strong>&#8211; Biópsia transtorácica por agulha:</strong> em que é introduzida uma agulha no tumor, através do tórax, para remoção de uma amostra de tecido.</p>
<p>&#8211; <strong>EBUS </strong>(Ecografia endobrônquica): utilização de um broncoscópio com uma sonda de ecografia acoplada que permite identificar gânglios ou lesões pulmonares suspeitas, fazendo uma punção dirigida.</p>
<p><strong>&#8211; Toracocentese</strong>: colheita através do tórax de líquido que envolve os pulmões (líquido pleural), para procurar células tumorais.</p>
<p>Em alguns casos a colheita de material pode ser feita em metástases. A decisão do tipo de técnica utilizada e local de colheita de material (tumor pulmonar, gânglios ou metástases à distância) é sempre decidido caso a caso, considerando a melhor abordagem para cada doente.</p>
<p>A evolução na área da Oncologia permitiu também, evolução ao nível dos exames disponíveis para estudo e biópsia de doentes com cancro do pulmão.</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ccff;"><strong>Que a esperança para o diagnóstico e tratamento do Cancro do Pulmão não pare de crescer</strong></span></h2>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://pulmonale.pt/como-e-diagnosticado-o-cancro-do-pulmao/">Como é diagnosticado o cancro do pulmão?</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://pulmonale.pt">Pulmonale</a>.</p>
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							</item>
		<item>
		<title>EUA registam grande diminuição nas mortes provocadas por cancro</title>
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				<pubDate>Mon, 20 Jan 2020 18:08:14 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Nos Estados Unidos da América, foi registada a maior descida na taxa de mortalidade causada pelo cancro no período de um ano. Esta mudança deveu-se fundamentalmente à diminuição de mortes por cancro do pulmão, dada a existência de melhores tratamentos assim como um número cada vez mais reduzido de fumadores no país. Esta conclusão chegou [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Nos Estados Unidos da América, foi registada a maior descida na taxa de mortalidade causada pelo cancro no período de um ano. Esta mudança deveu-se fundamentalmente à diminuição de mortes por cancro do pulmão, dada a existência de melhores tratamentos assim como um número cada vez mais reduzido de fumadores no país.</p>
<p>Esta conclusão chegou através de um <a href="https://acsjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.3322/caac.21590">relatório da <em>American Cancer Society</em></a>, que prevê o número de novos casos de cancro e mortes que vão ocorrer nos Estados Unidos e agrega a informação mais recente relativa à incidência na população.</p>
<p>De acordo com este relatório, houve uma queda de 2,2% nas mortes por cancro entre 2016 e 2017, o 26º ano consecutivo de diminuição da mortalidade causada pelo cancro. Desde 1991, ano do seu pico, que a taxa de falecimentos devido ao cancro do pulmão tem diminuído todos os anos, tendo até 2017 decaído 29%.</p>
<p>Concluiu-se que a incidência do cancro do pulmão nos homens continua a decrescer duas vezes mais rápido que nas mulheres, reflexo das diferenças nos hábitos de consumo de tabaco ao longo do tempo.</p>
<p>Para Rebecca Siegel, a autora do relatório, existe um esforço contínuo das autoridades governamentais americanas em diminuir a taxa de tabagismo no país, através de iniciativas como o aumento do preço do tabaco, programas de educação dos cidadãos acerca dos riscos associados a fumar assim como programas destinados a livrar-se do vício. Em 2018, foi anunciado que a taxa havia caído para 14% (cerca de 34,3 milhões de pessoa), uma descida drasticamente positiva quando comparada com a taxa de 1965 em que 42,4% dos adultos eram fumadores.</p>
<p>Este relatório prevê ainda que em 2020 a taxa de mortalidade causada pelo cancro continuará a decair. Este é um excelente indicador para o futuro e a prova de que a esperança não pode parar de crescer.</p>
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		<title>A Astrazeneca Portugal plantou 5 mil árvores para compensar o CO2 emitido pelos carros da companhia</title>
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				<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 17:43:40 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>A Pulmonale apoiou a Astrazeneca na plantação de 5 mil árvores em Bensafrim, freguesia do concelho de Lagos, com o objetivo de compensar o CO2 emitido pelos carros da companhia e atingindo assim a neutralidade carbónica. O número de árvores, composto por mais de 20 espécies, não foi escolhido ao acaso. Este valor representa as [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #00ccff;"><strong>A Pulmonale apoiou a Astrazeneca na plantação de 5 mil árvores em Bensafrim, freguesia do concelho de Lagos, com o objetivo de compensar o CO2 emitido pelos carros da companhia e atingindo assim a neutralidade carbónica.</strong></span></p>
<p>O número de árvores, composto por mais de 20 espécies, não foi escolhido ao acaso. Este valor representa as emissões de CO2 da frota automóvel da companhia, também ela considerada verde por ser composta por viaturas híbridas, híbridas plug-in ou de baixas emissões de CO2.</p>
<p>Esta distinção vai de encontro a outras iniciativas que a AstraZeneca Portugal tem vindo a desenvolver, onde se contam medidas como a abolição do uso de garrafas e copos de plástico, a redução do consumo de papel (quer através da sensibilização dos colaboradores, quer da implementação de sistemas informáticos), a reciclagem e o tratamento de resíduos, a mudança da iluminação para a tecnologia LED e o consumo de energia proveniente apenas de fontes renováveis.</p>
<p>Paula Silva, Vice-Presidente da Quercus, refere que “esta distinção de neutralidade carbónica que a AstraZeneca alcançou é rara, apesar da preocupação cada vez maior das empresas para fazer reflorestação e colmatar as suas emissões de CO2”. Matilde Coruche, Diretora de RH da AstraZeneca, destacou que “este tipo de iniciativas, de team building de cariz ambiental, demonstram o nosso compromisso com a sustentabilidade e são para continuar nos próximos anos”.</p>
<p>A plantação foi feita num terreno em recuperação onde se está a iniciar a instalação de um Centro Experimental de Adaptação às Alterações Climáticas, um espaço que se foca na água, nas energias alternativas, na biodiversidade e na floresta resiliente, tendo por base o uso de técnicas e equipamentos inovadores. De salientar ainda o apoio institucional da Pulmonale a esta ação.</p>
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		<title>Os diferentes estádios do Cancro do Pulmão</title>
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				<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 17:58:53 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Ter conhecimento do estádio do cancro de pulmão é extremamente importante, uma vez que permite determinar o tamanho e localização do tumor primário bem como a sua disseminação para outras zonas do corpo. O estádio do tumor permite determinar o prognóstico da doença e definir o tratamento mais adequado. Desta forma, no caso de Cancro [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Ter conhecimento do estádio do cancro de pulmão é extremamente importante, uma vez que permite determinar o tamanho e localização do tumor primário bem como a sua disseminação para outras zonas do corpo.</p>
<p>O estádio do tumor permite determinar o prognóstico da doença e definir o tratamento mais adequado. Desta forma, no caso de Cancro do pulmão de células não-pequenas (CPNPC), o tumor é classificado em diferentes estádios, desde 0 ao IV. Estádios mais altos correspondem a cancros mais avançados e estão associados a um pior prognóstico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ccff;"><strong>Carcinoma do Pulmão de Não Pequenas Células</strong></span></h2>
<p>No CPNPC habitualmente é utilizado o sistema de classificação TNM da <em>American Joint Committee on Cancer</em> (AJCC) v8.0. Este sistema é baseado em 3 critérios:</p>
<ul>
<li><strong>T</strong>amanho e extensão do tumor primário</li>
<li>Envolvimento para os gânglios linfáticos regionais (<strong>N</strong>)</li>
<li><strong>M</strong>etastização para outros órgãos do corpo</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>De um modo geral, cada estádio neste tipo de cancro caracteriza-se por:</strong></span></p>
<p><strong>&#8211; Estádio 0:</strong> o tumor está delimitado apenas numa área, ou seja, encontra-se somente na camada mais superficial do pulmão sem envolvimento das camadas profundas; nesta situação o tumor não tem capacidade de se disseminar para outras localizações do corpo. Designa-se também de carcinoma in situ.</p>
<p><strong>&#8211; Estádio I: </strong>o tumor cresceu para os tecidos mais profundos do pulmão sem atingir os gânglios linfáticos. Pode ter até 4 centímetros.</p>
<p>No estádio IA o tumor é reduzido (com menos de 3 centímetros de largura) enquanto que no estádio IB, o tumor é ligeiramente maior (entre 3 a 4 centímetros de largura) ou apresenta envolvimento da pleura visceral ou atelectasia (colapso) do parênquima pulmonar adjacente ao tumor.</p>
<p><strong>&#8211; Estádio II:</strong> o tumor pode possuir vários tamanhos e pode envolver os gânglios linfáticos. Pode ainda existir mais do que um tumor no mesmo lóbulo do pulmão ou pode ter até 7 centímetros.</p>
<p>No estádio IIA, o tumor possui dimensões entre 4 e 5 centímetros mas sem envolvimento dos gânglios linfáticos, sendo que no estádio IIB a sua dimensão pode ser igual ou inferior mas com atingimento ganglionar ou superior a 5 centímetros sem sem atingimento de gânglios.</p>
<p><strong>&#8211; Estádio III:</strong> o tumor habitualmente apresenta maiores dimensões e pode envolver órgãos próximos, como o coração, esófago ou a traqueia; pode ainda haver mais do que um tumor em diferentes lóbulos do pulmão. Neste estadio pode haver um maior atingimento dos gânglios linfáticos, com envolvimento dos gânglios do hilo do pulmão, da zona do mediastino ou até das regiões supra-claviculares.</p>
<p>No estádio IIIA, as células do tumor podem ter-se difundido para os gânglios linfáticos do hilo ou mediastino no mesmo lado onde se encontra o tumor. Por outro lado, no estádio IIIC, os tumores são mais volumosas e há envolvimento dos gânglios hilares, do mediastino ou supra-claviculares do lado contralateral ao tumor.</p>
<p><strong>&#8211; Estádio IV:</strong> o tumor alastrou-se para o outro pulmão, para a membrana envolvente dos pulmões (pleura) ou para qualquer outra zona do corpo.</p>
<p>Quando falamos do estádio IVA, o cancro disseminou-se para dentro do tórax ou para fora do tórax apenas com uma metástase, inversamente ao estágio IVB, em que se propagou para o exterior do tórax com mais do que uma metástase em um ou mais órgãos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ccff;"><strong>Cancro do pulmão de pequenas células (CPPC)</strong></span></h2>
<p>No caso do CPPC pode ser utilizado o sistema de classificação TNM da AJCC ou o sistema de classificação Veterans Administration Lung Group (VALSG) que se pauta pela extensão de doença e possibilidade de tratamento radical com intuito curativo.</p>
<p><strong>Estádio limitado: </strong>o tumor está presente apenas numa área do tórax e pode afectar, ou não, gângliops linfáticos do mesmo lado do tumor ou do lado contralateral, desde que a doença seja passível de tratamento com um campo de radioterapia de forma segura.</p>
<p><strong>Estádio avançado:</strong> Atribui-se esta classificação quando a doença ultrapassa ás áreas descritas no estádio acima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quer saber mais sobre o Cancro do Pulmão? Não perca os nossos próximos artigos ou visite o <a href="https://pulmonale.pt/infografico/">infográfico no nosso website.</a></p>
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		<title>A história de Cristina, uma vencedora do cancro do pulmão</title>
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				<pubDate>Mon, 23 Dec 2019 14:53:23 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Todos conhecemos alguém que teve cancro e, infelizmente, sabemos de pessoas que pereceram com esta doença. Mas como a esperança não para de crescer existem também casos de sucesso, que alimentam a expectativa de um amanhã melhor para todos que sofrem com esta doença – seja o doente ou os seus familiares e amigos. Hoje, [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Todos conhecemos alguém que teve cancro e, infelizmente, sabemos de pessoas que pereceram com esta doença. Mas <strong>como a esperança não para de crescer</strong> existem também casos de sucesso, que alimentam a expectativa de um amanhã melhor para todos que sofrem com esta doença – seja o doente ou os seus familiares e amigos.</p>
<p>Hoje, contamos a história de Cristina Alves, de 52 anos, professora de Desenho e Geometria Descritiva, casada e mãe de três filhos. Não começamos por mencionar que ela teve cancro do pulmão pois isto não é algo que a defina, mas, sim, <strong>algo que lhe dá força para viver todos os dias.</strong></p>
<p>Contudo, comecemos pelo princípio: Cristina descobriu que tinha cancro em 2012, durante umas férias em agosto, quando sentiu um nódulo no pescoço enquanto passava creme. Filha de um médico cirurgião, suspeitou que algo não estava bem e, após o regresso das férias, descobriu que tinha um adenocarcinoma pulmonar no estádio III B.</p>
<p>Sentiu-se negativa inicialmente, mas depois mudou a sua atitude e segundo a própria: “Arregacei as mangas e fui à luta”. Duas semanas depois, começou os tratamentos de quimioterapia e radioterapia, ao mesmo tempo que fazia uma alteração radical na alimentação – cortou todos os açúcares assim como todos os alimentos que se transformam em açúcar quando entram no nosso corpo (massa, arroz, pão branco, etc). Cortou o cabelo e deu a notícia aos seus filhos e pais, louvando também sempre a atitude do marido ao longo de todo o processo.</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Por aqui é demonstrada a importância que a família tem para ajudar a superar momentos como este</strong></span></h2>
<p>Mesmo com as sessões de radioterapia e quimioterapia, que a levavam a ter momentos de perda de força, não perdeu a esperança e o pensamento positivo. Sempre que chegava a casa após as sessões, fazia um pão ou um bolo especial, algo que a ajudava a superar os momentos menos bons, além de fazer questão em se arranjar e maquilhar-se sempre.</p>
<p>Como <strong>a esperança não para de crescer</strong> e a Cristina se agarrou bem a essa ideia, apesar de ter apenas 7% de chances de sobreviver, superou este desafio.</p>
<p>Em 2018 criou uma petição para apresentar a necessidade de uma maior compreensão das entidades laborais no regresso ao trabalho dos pacientes pós-cancro. <strong>A petição atingiu umas incríveis 18 mil assinaturas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h6 style="text-align: right;"><strong>Artigo escrito com base na história contada neste </strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://coconafralda.sapo.pt/mulheres-do-caracas-4-2305389"><strong>link</strong></a></span><strong>!</strong></h6>
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		<item>
		<title>Sugestão Comportamental para a família e amigos de alguém com Cancro do Pulmão</title>
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				<pubDate>Fri, 13 Dec 2019 15:59:56 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>O diagnóstico de cancro acarreta um impacto incontornável a nível físico, emocional e social. Os familiares e amigos são aliados inquestionáveis no tratamento do cancro. O papel dos cuidadores é um desafio reconhecido como compensador, mas exigente. Neste artigo apresentamos algumas dicas que podem facilitar a adaptação à nova realidade e melhorar o desempenho de [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p class="x_MsoNormal">O diagnóstico de cancro acarreta um impacto incontornável a nível físico, emocional e social. Os familiares e amigos são aliados inquestionáveis no tratamento do cancro. O papel dos cuidadores é um desafio reconhecido como compensador, mas exigente. Neste artigo apresentamos algumas dicas que podem facilitar a adaptação à nova realidade e melhorar o desempenho de cuidadores de doentes com cancro, bem como de familiares e amigos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="x_MsoNormal"><span style="color: #3366ff;"><b>&#8211; Apoio no dia-a-dia</b></span></h3>
<p class="x_MsoNormal">Uma das condições associadas ao cancro – seja pela doença em si ou pelo tratamento – é o cansaço físico, que pode impedir o doente de realizar as tarefas mais simples, como, por exemplo, as de casa. Se alguém próximo de si se encontra nesta condição, <b>dê uma ajuda nos trabalhos</b> que requerem esforço físico e que o doente não consegue fazer, incluindo as tarefas domésticas.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>Proporcione ao seu familiar momentos de bem estar e satisfação</b>. Invista em actividades que lhe deem prazer, de acordo com as suas preferências. Um pequeno gesto pode ter um grande significado – traga-lhe um livro, visite para tomar um chá, ou seja: esteja presente ao mesmo tempo que lhe dá espaço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="x_MsoNormal"><span style="color: #3366ff;"><b>&#8211; Parceiro nos cuidados de saúde</b></span></h3>
<p class="x_MsoNormal"><b>Acompanhe e envolva-se na situação clínica</b> do seu familiar. É importante perceber a situação e as expectativas. Assegure o cumprimento da medicação e cuidados previstos. Vigie e notifique à equipa de saúde efeitos adversos dos tratamentos. Esteja presente nas consultas e auxilie, quando necessário, o seu familiar na tomada de decisões. Assegure que todas as preocupações e necessidades do seu familiar são tidas em conta e estabeleça a ponte com a equipa de saúde que o acompanha.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>Evite o excesso de informação</b> através da pesquisa exaustiva na internet. Cada caso é um caso e a orientação do seu familiar depende não só das características da doença mas também das suas particularidades. O excesso de informação descontextualizada pode ser causa de ansiedade e confusão. A equipa que acompanha regularmente o doente é a melhor fonte para esclarecimento de qualquer dúvida ou questão que possa surgir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="x_MsoNormal"><span style="color: #3366ff;"><b>&#8211; Apoio emocional</b></span></h3>
<p class="x_MsoNormal">O diagnóstico de cancro tem um impacto emocional enorme para o doente, familiares e amigos.  O processo de adaptação a esta nova condição é complexo, e varia muito de pessoa para pessoa – algumas pessoas reagem de forma neutra, outras sentem frustração, raiva e tristeza e outras assumem de imediato uma postura mais ativa. <b>Estimule a comunicação </b>– às vezes, basta ouvir e não falar. Perceba o que o seu familiar sente e qual a melhor forma de o ajudar. Assegure o apoio constante em fases melhores e nas menos boas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="x_MsoNormal"><span style="color: #3366ff;"><b>&#8211; Cuide de si</b></span></h3>
<p class="x_MsoNormal">O papel de cuidador é exigente e desgastante. Cuidar de si é essencial para poder continuar a cuidar bem do seu familiar. Não negligencie necessidades básicas como alimentação, sono ou exercício físico. Arranje algum tempo para si – articule com outros familiares ou amigos. <b>Peça ajuda sempre que precise</b> – os cuidadores podem sentir-se exaustos e sem capacidade de dar resposta às exigências do dia a dia. Cuide de si e procure o seu bem estar.</p>
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